5 dicas imperdíveis para usar corretamente o seu 13º

O fim do ano já está aí e muitas pessoas começarão a receber o seu 13º salário em breve. É comum grande parte da população gastá-lo com futilidades e se esquecer das contas que chegam em janeiro. Então, para não errar na hora de utilizá-lo, conheça as nossas cinco dicas imperdíveis.

1 – Use-o para pagar dívidas

Se você acumulou dívidas durante o ano, use o seu 13º para quitar a maior parte delas, principalmente se envolver o cartão de crédito e cheque especial, ambos com juros elevados. Para isso, diminua as compras do Natal para iniciar 2020 no azul.

2 – Priorize pagamentos à vista

Sabemos que é difícil utilizar a modalidade de pagamento à vista. Mas, ao não parcelar as suas dívidas, você não comprometerá o seu orçamento futuro e ainda economizará, já que muitas lojas oferecem descontos para os consumidores que pagam suas compras à vista.

3 – Lembre-se dos gastos de início de ano

IPTU, IPVA, material escolar e por aí vai. Então, não se esqueça dos gastos típicos de início de ano quando receber o seu 13º e de que, pagá-los à vista, podem lhe render ótimos descontos. Ah, e você ainda não comprometerá o orçamento do primeiro semestre do ano que se inicia.

4 – Monte seu planejamento financeiro para o próximo ano

Enumere todas as despesas extras e divida o custo em 12 parcelas. Esse é o valor que você deverá reservar mensalmente para, ao final de um ano, ter dinheiro suficiente para arcar com esses gastos sem comprometer o 13º salário. Assim, sem dívidas ou necessidade de cobrir gastos extras, o seu 13º poderá ser inteiramente destinado à realização de sonhos de médio prazo, como cursar um MBA ou comprar um carro novo; ou de longo prazo, como o planejamento da aposentadoria.

5 – Presenteie-se

Como ninguém é de ferro, o 13º também deve ser usado para realizar alguns desejos. Depois de destinar parte dele para pagar dívidas e para contribuir com a quitação do IPVA e IPTU, por exemplo, é hora de reservar um valor para se presentear da maneira que achar melhor. Mas, lembre-se que este custo deve caber no seu bolso e que, de preferência, não implique novas dívidas parceladas.

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