Sicoob Coopecredi e Aciaja promovem palestra sobre “Economia pós-eleições”

O auditório da Associação Comercial, Industrial e de Agronegócio de Jaboticabal (Aciaja) ficou lotado na noite de 13 de setembro, quando o engenheiro e administrador Ricardo Simone Pereira, diretor financeiro do Bancoob, abordou um tema que interessa a todos: “Economia Pós-eleições”.

De posse da última pesquisa que havia saído até então, o palestrante mostrou as perspectivas do mercado internacional e simulou cenários que envolviam a vitória de vários candidatos. As perspectivas econômicas, baseadas em análise do próprio mercado financeiro, diante da possibilidade de vitória de cada candidato, no entanto, não apontou nenhuma discrepância que chamasse a atenção.

Como fica o dólar?

“A projeção para o dólar caso um destes cinco candidatos seja eleito presidente” foi uma das informações que mais gerou interesse entre os participantes da palestra. Foi um dos índices econômicos que mostrou oscilação mais significativa. A vitória de Geraldo Alckmin, do PSDB, traz uma perspectiva de dólar a R$ 3,47, seguida de Jair Bolsonaro, do PSL, (R$ 3,80); Marina Silva, da Rede (R$ 4,00); Fernando Haddad, do PT, (R$ 5,06); e Ciro Gomes, do PDT, (R$ 5,08). “É bom lembrar que esta não é a minha opinião, mas sim uma avaliação do mercado, com base nas propostas de cada um dos candidatos e no que as mudanças vão impactar a economia”, salientou Ricardo.

O diretor do Sicoob apresentou uma projeção da Pesquisa Focus e Tendências Consultoria que apontou para um crescimento do PIB, em 2019, de 2,88%. O crescimento apresentado não estava vinculado à vitória deste ou daquele candidato, mas sim a um momento pós-eleições com base no resultado de 2018 e nas perspectivas de desempenho no próximo ano.

Avaliação do Sicoob Coopecredi

O presidente do Sicoob Coopecredi, Delson Palazzo, considerou muito interessantes as informações divulgadas na palestra. “Deu para ver que nós não teremos cenário tranquilo em nenhuma situação, independente de quem ganhe a eleição. Mas se elegermos a esquerda, aí sim será o caos para o Brasil. Temos, portanto, a obrigação, como brasileiros, de continuarmos lutando para ter dias melhores e menos turbulentos”, avaliou Delson.

Ele lembrou que no caso de um candidato mais equilibrado ganhar a eleição, as perspectivas apontam para um cenário menos negativo. “São poucas as alternativas de candidatos equilibrados e de bom senso. Esta eleição está dividindo muito o país, e muitas pessoas não sabem em quem votar, não só para presidente, mas também para deputado, senador e governador. Estamos vivendo um momento de muita incerteza. Vamos torcer para o povo escolher alguém que consiga mudar o cenário que estamos vivendo no Brasil”, concluiu Delson.

Fotos e Produção de texto: Renata Massafera – Neomarc

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